Estas a pensar no set em termos de AFOL nao de brinquedo para miudos.
Hmm... um bocado, sim. Se bem que no passado já houve maior proximidade ao que eu propus (os sets BASIC com portas e janelas, slopes, etc), e de certeza não era apenas para AFOLs.
E os correios.. a lego ja os teve.. podia voltar ao serviço....
Edificios tipo cinemas e teatros sao limitativos quanto ao seu tamanho. Mas uma lojeca ou restaurante com 1 mesa é viavel (paradisa?)
Restaurantes, sim, sem dúvida que são viáveis (deveria talvez escrever no singular?)
Um hotel (com andares modulares comprados separadamente, por exemplo) seria uma ideia com a possibilidade de expansão.
A quinta, que eu tanto quero - com anexos novamente modulares.
Acho que a chave para a sustentabilidade dum produto é considerá-lo uma linha em si: é impossível fazer uma quinta completa numa caixa só (demasiado caro) mas é exequível vender os vários componentes em separado. Aplicando-se essa lógica a outro tipo de edifícios, temos que a partir de um ou dois armazéns se pode ter kits para maquinaria industrial ou outra, que se junta aos primeiros para fazer fábricas.
Um edifício de escritórios seria uma grande ideia: vender o kit inicial, com o rés-do-chão e um piso em cima, e o telhado; e depois vender "andares" separadamente, cada qual passível de ser "encaixado" algures entre o R/C e o telhado do kit inicial.
Ao fim de uns dois ou três anos, cria-se um novo conjunto Base+kits, e recomeça-se o processo da torre, mas com um novo design exterior.
No fundo, o que eu estou é a tentar aplicar a sets aquilo que o Dan Siskind fez com a sua Igreja modular (um conjunto de kits que ele vendia, agora esgotado, mas para o qual se pode comprar as instruções)
Pedro