Autor Tópico: Artigo sobre um AFOL num jornal canadiano  (Lida 2119 vezes)

LBaixinho

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Artigo sobre um AFOL num jornal canadiano
« em: 04 de Novembro de 2006, 12:48:50 »
Neste link está um artigo sobre um AFOL: Jason Allemann (link para a pasta dele no brickshelf).

O artigo de duas páginas aborda vários temas, desde a técnica SNOT, LUGs, set draft (algo que gostaria de experimentar), etc.

Está porreiro e bastante correcto!

DavidAzevedo

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Re: Artigo sobre um AFOL num jornal canadiano
« Responder #1 em: 08 de Novembro de 2006, 00:41:50 »
Não percebi bem o que era o draft, é a divisão das peças de um set entre várias pessoas? Ou cada pessoa vai acrescentando uma peça à construção?


LBaixinho

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Re: Artigo sobre um AFOL num jornal canadiano
« Responder #2 em: 08 de Novembro de 2006, 07:36:42 »
Um set novo é aberto e depois cada pessoa tira uma peça, vai rodando até não haver mais peças. Lembro-me de fazer isso quando jogava Magic: The Gathering e era super divertido... também era normal nunca ficar com as cartas que queria.
O porreiro é que para escolher as cartas (neste caso peças) é preciso imaginar uma utilização para elas. Fica-se a conhecer as peças melhor, etc!

DavidAzevedo

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Re: Artigo sobre um AFOL num jornal canadiano
« Responder #3 em: 08 de Novembro de 2006, 21:31:52 »
Haa! Então o objectivo é simplesmente dividir as peças dum set por várias pessoas? Ou dividem as peças para se construir qualquer coisa com as peças que se tirou e depois volta-se a entregar ao dono?

(acho que tou a ser cabeça dura, mas não vejo muito interesse só em imaginar o que se pode fazer com as peças conforme se vão tirando a não ser que seja um set muito recente e com peças novas)

Alex

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Re: Artigo sobre um AFOL num jornal canadiano
« Responder #4 em: 08 de Novembro de 2006, 22:20:14 »
Um set novo é aberto e depois cada pessoa tira uma peça, vai rodando até não haver mais peças. Lembro-me de fazer isso quando jogava Magic: The Gathering e era super divertido... também era normal nunca ficar com as cartas que queria.
O porreiro é que para escolher as cartas (neste caso peças) é preciso imaginar uma utilização para elas. Fica-se a conhecer as peças melhor, etc!

Ou seja, é como se tivessemos a jogar scrabble  :D
Citação de: Namath
Antes pequeno e brincalhão do que grande e trapalhão
Grande Namath ;D

LBaixinho

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Re: Artigo sobre um AFOL num jornal canadiano
« Responder #5 em: 09 de Novembro de 2006, 09:04:53 »
Haa! Então o objectivo é simplesmente dividir as peças dum set por várias pessoas? Ou dividem as peças para se construir qualquer coisa com as peças que se tirou e depois volta-se a entregar ao dono?
(acho que tou a ser cabeça dura, mas não vejo muito interesse só em imaginar o que se pode fazer com as peças conforme se vão tirando a não ser que seja um set muito recente e com peças novas)

Sim, as cartas (peças neste caso) eram mesmo divididas pelas pessoas!
Realmente quando fazia o draft com Magic era com cartas de temas novos, assim para a escolha eramos obrigados a estudar as cartas novas. Depois, geralmente, faziamos um pequeno torneio com as cartas que ficávamos. Deste-me a ideia de talvez se fazer o mesmo. Um pequeno moc só com as peças que se ficou :)
Outra coisa, há muitas peças antigas que não utilizo em MOCs porque não as "conheço" bem e na altura de fazer MOCs simplesmente me esqueço delas (apesar de as ter). O draft seria uma forma agradável de aumentar a "enciclopédia interna de peças"  ;D

DavidAzevedo

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Re: Artigo sobre um AFOL num jornal canadiano
« Responder #6 em: 17 de Novembro de 2006, 02:35:44 »
Hum. Porreiro era pegar numa certa quantidade de peças Lego e cada um ir tirando uma até não haverem mais. Depois cada pessoa tenta construir algo com as peças que arrecadou e fazer umas espécie de concurso em que se avaliava o tempo de construção, reconhecibilidade, etc... Convinha não ter muitas peças senão facilita a construção. Quando quiserem combinar isso, avisem-me! :)

Também já me lembrei de fazer uma versão do "Pictionary" ou do "Party and Co" em que em vez de desenhar temos de construir algo em lego, mas os meus amigos ainda não quiseram experimentar. O mal é que comunicar por construção lego deve ser muito dificil.



LBaixinho

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Re: Artigo sobre um AFOL num jornal canadiano
« Responder #7 em: 17 de Novembro de 2006, 10:19:38 »
Hum. Porreiro era pegar numa certa quantidade de peças Lego e cada um ir tirando uma até não haverem mais. Depois cada pessoa tenta construir algo com as peças que arrecadou e fazer umas espécie de concurso em que se avaliava o tempo de construção, reconhecibilidade, etc... Convinha não ter muitas peças senão facilita a construção. Quando quiserem combinar isso, avisem-me! :)
A mim também!  :D

Também já me lembrei de fazer uma versão do "Pictionary" ou do "Party and Co" em que em vez de desenhar temos de construir algo em lego, mas os meus amigos ainda não quiseram experimentar. O mal é que comunicar por construção lego deve ser muito dificil.

Realmente, há vários jogos de mesa que poderão ser facilmente transportados para o mundo LEGO... hummmm  dá que pensar